
Como diria José Simão: “o Brasil é o país da piada pronta”.
Há dois dias o Lula veio à televisão, em rede nacional, e discursou todo faceiro afirmando que o Brasil cresceu de forma surpreendente. Que nunca na história desse país houve um crescimento tão espetacular. Pois então, crescimento a que se refere o Lula é de pouco mais de 5% neste ano.
Acontece que o Lula acredita que todos têm a capacidade cognitiva como a dele, e deixou de dizer que este crescimento chega a ser pífio em relação aos países da própria América do Sul. Segundo dados do Banco Central (http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/) o país cresceu (5,2%) menos do que a Argentina (8,6%), Venezuela (8,5%), Peru (8,2%), Uruguai (7,5%), Colômbia (7%). Até o Paraguai e o Chile cresceram mais do que o Brasil – 5,5% e 5,3%, respectivamente.
O Governo Brasileiro é semelhante ao torcedor de time de segunda divisão. Comemora até zero a zero e bola na trave. Uma vergonha para um país de nossas dimensões e potencial.
Estamos fadados a governos medíocres que não têm planejamento, mas apenas gastos desnecessários com folha de pagamento de apadrinhados e gastos com política de pão e circo do Bolsa Família.
Mas, enfim, vamos comemorar, ao menos ganhamos do Suriname!
De todas as ações humanas, a mais discreta e enigmática é o silêncio. Vezes machuca, vezes alivia. É sensato, mas também intrépido. O silêncio é omissivo ou comissivo, depende o momento.
O silêncio constrói a fama de alguns e a decadência de outros. Acusa e absolve. Nada é mais incisivo que o silêncio, sobretudo quando utilizado em contra-ataque.
O silêncio ignora, concorda, aceita, rejeita. O silêncio pode ser alegre, ou triste.
Contudo, o silêncio é atributo da inteligência. A partir dela o agente opta pelo sentimento que pretende manifestar. O tolo não é capaz disso. Ele grita, gesticula, geme. Pratica todas as ações permitidas, menos o silêncio. O silêncio o destrói.
O tolo jamais saberá encarar o silêncio ou respeitá-lo. O tolo é um tolo e jamais conviverá com a inteligência. O tolo...(ssss)
Não sei quem inventou a expressão “lavar a alma”. Só sei que o significado é a desforra. Mas e quando a desforra é inversa. Qual a expressão certa?
Imaginem um cara sentado na frente da TV em pleno domingo à tarde. Corinthians e Goiás numa peleja horrível no Serra Dourada. Puta jogo ruim! Eu, com a camisa do Palmeiras, claro, torcendo por uma ensacada do Goiás nos “gambá”.
No final do primeiro, PENALTI para o Goiás. Jogada típica de zagueiro corinthiano: solada no beiço do adversário. Logo pensei, ‘vou à desforra, vou lavar a alma’. E o FDP do Paulo Baier põe a bola na mão do goleiro “marcketeiro” Felipe (sim, porque ele é só isso). E o corinthians se mantém fora do rebaixamento.
Pergunta: O que virou meu banho? Ah, a expressão: ‘se é Baier, é ruim, muito ruim, ruim demais!’
Volto a escrever – ou desabafar – após um tempo na geladeira. Desde a pausa até agora muitas coisas aconteceram. O Renan continua no Senado, o Lula presidente, o PT planejando a sucessão e a Copa 2014 (sic) será no Brasil.
Mas o que me aflige hoje são as drogas sintéticas. A prisão de oito jovens de classe média e alta envolvidos no tráfico não é aceitável. O tráfico – especificamente o de aviãozinho - pressupõe trabalho, necessidade financeira. Os jovens do morro não estão no tráfico por opção, mas ao contrário. Para eles, é matar ou morrer.
Mas e os ricos? Por que embarcam nessa?
Lembra do Zagallo? “Vocês vão ter que me engolir!”. Pois é, fez escola. O Renan Zagallo Calheiros é um aluno ‘exemplar’.
A presença dele naquela cadeira majestosa é um tapa de luvas na alma do brasileiro. É a representação dos status quo nacional. O Renan Zagallo Calheiros é a personificação da impunidade, causa maior do caos em nosso país.
A cada minuto na presidência do senado é um câncer que nasce na democracia. Aliás, ele parece aquelas criancinhas que, quando estão brincando de ‘dança da cadeira’, no ‘pause’ da música sentam e agarram o assento com toda força para não serem empurradas. O Renan Zagallo Calheiros é o “rei” da dança da cadeira. Ninguém tira ele.
Que o “pan americano” foi criado para fazer dinheiro todo mundo sabe. Mas há de convirem comigo que ele mostrou aos cépticos ser possível estruturar a segurança no Brasil. Impressionou-me a tranqüilidade das provas realizadas nas ruas, a falta de incidentes, especialmente em relação a torcedores, a inexistência de ônibus queimando e de invasões nas favelas.
Talvez tenha sido a sova que Lula recebeu na abertura dos jogos. Ou então, a presença de estrangeiros consumidores de drogas – clientela bem tratada pelo tráfico. De qualquer maneira, houve redução nas notícias de “bandidagem”. É um começo.
Resta-nos saber agora, após o encerramento dos jogos, como ficarão as coisas por lá. O Governo Federal disse que manterá cerca de 80% do efetivo na cidade, veremos.
Os parlamentares brasileiros custam em média R$ 10 milhões por ano. Os da Argentina custam R$ 1 milhão. Em toda a Europa não passa de R$ 3 milhões. A quantidade de parlamentares e de assessores somados aos altos salários e ajudo de custo de cada um, elevam a conta a valores inimagináveis para qualquer brasileiro médio. Isso tudo sem contar que somando os dias efetivamente trabalhados durante o ano, não passam de três meses.
E tudo isso para que eles briguem entrem si. Não existem projetos, fiscalização, empenho, dedicação pelas causas do país. O tempo (caríssimo) dos nobres (nobres mesmo) parlamentares é gasto com guerras particulares pelo poder. Perdem horas e horas discutindo o que vão fazer com o Renan, com o Roriz, com esse ou aquele deputado ou senador que não querem ser relator, que não querem ser presidente do Conselho disso ou daquilo. Para o raio que os parta!
Cansa vê-los nas entrevistas, com a cara deslavada dizendo que o “acordo” não saiu. “Que os líderes ainda não decidiram se votam ou não”, “se saem do Conselho ou não”. Enfim, querem decidir o destino dos adversários, dos apadrinhados, dos colegas, dos companheiros. Mas ninguém, nenhum deles, salvo poucas exceções (p. ex. Jefferson Peres e Pedro Simon), se afastam dessas discussões vazias e encarnam a necessidade do povo brasileiro.
Faço uma proposta para que todos sejam levados à Amazônia. Jogados de um avião e, sozinhos no meio da selva, briguem para saber quem é mais poderoso. Lá poderiam discutir à vontade quem vendeu mais gado, quem é mais “comedor”, quem é mais rico.
Deputados e senadores, por favor, deixem o Congresso vazio, é mais barato para nós.
Pensa! O presidente do Senado Federal, Renan Calheiros! Homem importante, político forte: fez filho fora do casamento; pagou pensão com dinheiro de propina; Justificou com documentos falsos; fez emendas em projetos que favoreciam empreiteiras (as mesmas que pagaram a pensão da filha). E pior foi que os valores (ainda que fraudados) sequer foram declarados ao imposto de renda. Ou seja, ainda que os valores apresentados sejam verdadeiros (que de fato vendeu aquela boiada) há confissão expressa de sonegação fiscal.
Grande homem. Grande exemplo. O Brasil segue seu caminho: putrefando a cada dia pelos carcinomas regionalistas e coronelistas.
A ministra do Turismo sexual, Marta Suplicy, mandando agente relaxar e gozar. O irmão do Lula cagando de porta aberta no Alvorada e cobrando para apresentar amigos ao grande molusco.
O mensalão ainda segue em fase de inquérito. Nas últimas operações da Polícia Federal são poucos (ou quase ninguém) que está sendo mantido preso.
Não bastasse tudo isso, o grande molusco ainda disse que temos de parar de falar mal do Brasil. Ahã. Vamos falar o que então? “Ah que delícia tudo isso no meu rabo. Como é bom pagar impostos sem nem mesmo ver o retorno. Como é gostoso pagar pedágio e IPVA, pagar CPMF e ao mesmo tempo ser obrigado a contratar plano de saúde particular. Gostoso ver a bandidagem superar o número de policiais, ver que estão mais bem estruturados do que o próprio Estado. Que delícia passear numa favela do Rio de Janeiro e ver aqueles riscos de fogo maravilhosos sobrevoando os barracos. Que delícia entrar num hospital e ver aquele amontoado de gente nos corredores, jogados como animais”.
Desculpa, óh grande molusco, mas não dá! Não diz mais nada não, ou melhor, pede pra cagar e sai.
Prometi que não iria escrever sobre política por um tempo. Mas o PT não me deixa. Seus correligionários insistem em perturbar minha tranqüilidade. A última e não menos comentada declaração foi a de Marta Suplicy.
No meio do caos, do desrespeito ao povo, da balbúrdia, a ministra diz: “relaxa e goza”.
Só podia ser sexóloga. Aliás, o que ela está fazendo do Ministério do Turismo? Ora, dizendo aos turistas estrangeiros que no Brasil o negócio é relaxar e gozar. O mais engraçado e emblemático é que ela parece justamente com suas declarações.
Alô São Paulo, olha aí a ex-prefeita e futura candidata. São Paulo vai virar uma Big Zona. A maior da América do Sul, todo mundo relaxando e gozando. Que alegria, que momento mágico o povo brasileiro vive. Nada é tão mais importante do que relaxar e gozar. Políticos sérios comandando o Brasil e ensinando-nos a viver bem, sem preocupações. Nada de fome, de miséria, desemprego, violência, tudo aqui é uma grande zona, a “casa da luz vermelha”.
O sentimento mais verdadeiro é que os políticos (salvo algumas poucas exceções) estão relaxados e gozando, mas, pela lógica, alguém deve estar sendo fudido. Quem será?
O Ministério do Turismo adverte:
Cuidado com as costas quando for ao aeroporto. “__” de passageiro não tem dono!
É triste, mas real. A corrupção no Brasil é endêmica. A nossa cultura está arraigada na usurpação dos direitos. Desde criança aprendemos que o suborno é factível e que a impunidade é uma certeza.
Por isso, as notícias da operação furacão não são surpresas. Quantos jurisdicionados pelo país já sofreram com decisões esdrúxulas, sem fundamentação e que sequer puderam vê-las reformadas ante ao corporativismo da classe judicante.
Não se pode generalizar, mas a corrupção no Poder Judiciário é tão podre quanto no Legislativo ou Executivo.
Entretanto, não é a corrupção que mais empobrece o Poder Judiciário. Não é a corrupção pelo dinheiro e poder que revolta os operadores do direito. Mas a corrupção pela desídia. Isso mesmo. A falta de vontade, de dedicação de muitos juízes no trato com os processos causa náuseas. Muitos deles estão afetados da realidade social em que vivemos. Muitos não sentiram ou presenciaram a realidade da vida. Vivem em contos de fada onde tudo é colorido e nada é tão urgente quanto o jogo de golfe às 16h00. Para muitos, os autos do processo é apenas um monte de papéis sujos. São apenas letras, palavras ou frases, como as redações da pré-escola.
Claro que não são apenas os juízes, mas também os promotores, advogados, engenheiros, dentistas, pedreiros, motoristas etc. Todos perdemos a sensibilidade pela vida.
O triste é que o Poder Judiciário seria o protetor daqueles menos favorecidos. Seria aquele a quem recorrer quando fosse ultrajado em seus direitos.
Dentro daquele amontoado de papéis existe uma alma, uma vida. Para o magistrado, advogado ou promotor, pode ser apenas mais um caderno processual, mas para o cidadão, autor ou réu naquela ação, os autos representam a sua vida. Representam sua dignidade, sua moral.
Retirado da INTERNÊ...
FICHA DE EMPREGO
NOME: Júlio da Silva Moura
SEXO: Duas vezes por semana.
CARGO DESEJADO: Presidente ou vice-presidente da Companhia. Falando sério, qualquer um que esteja disponível. Se eu estivesse em posição de escolher, eu não estaria me inscrevendo aqui.
SALÁRIO DESEJADO: R$ 15.000,00 por mês e todos os privilégios existentes. Se não for possível, façam uma oferta e poderemos chegar a um acordo.
EDUCAÇÃO: Tenho.
ÚLTIMO CARGO OCUPADO: Alvo de hostilidade da gerência.
ÚLTIMO SALÁRIO: Menos do que mereço.
MAIS IMPORTANTE META ALCANÇADA NO ÚLTIMO EMPREGO: Uma incrível coleção de canetas roubadas e de msgs post-it.
RAZÃO DA SAÍDA DO ÚLTIMO EMPREGO: Era um lixo.
HORÁRIO DISPONÍVEL PARA O TRABALHO: Qualquer um.
HORÁRIO PREFERIDO: Das 13:30h às 15:30h, segundas, terças e quintas.
VOCÊ TEM ALGUMA QUALIDADE ESPECIAL? Sim, mas é melhor se ela for colocada em prática em ambientes mais íntimos.
PODEMOS ENTRAR EM CONTATO COM SEU ATUAL EMPREGADOR? Se eu tivesse algum, eu estaria aqui ?
VOCÊ TEM ALGUMA CONDIÇÃO FÍSICA QUE O PROÍBA DE LEVANTAR PESOS DE ATÉ 25kg? 25 kg de quê?
VOCÊ POSSUI CARRO? Eu acho que a pergunta mais apropriada seria: Você tem um carro que funciona?
VOCÊ JÁ RECEBEU ALGUM PRÊMIO OU MEDALHA DE RECONHECIMENTO? Talvez. Eu já fui um ganhador da Porta da Esperança.
VOCÊ FUMA? No trabalho não, nos intervalos sim.
O QUE VOCÊ GOSTARIA DE ESTAR FAZENDO EM CINCO ANOS? Vivendo nas Bahamas, com uma super modelo loura, incrivelmente rica, burra, sexy e que pensa que eu sou a melhor coisa que surgiu desde a invenção do pão de forma. Na verdade, eu gostaria de estar fazendo isso agora .
TENHA UM ÓTIMO DIA!!!!!!!
A redução da maioridade penal não é a solução para a criminalidade. Mesmo diante do aumento considerável de menores no comando do crime, não se justifica a pretensa redução.
O número de crimes aumenta consideravelmente não por ineficiência legal, mas institucional. É a impunidade a responsável pelo aumento de crimes em nosso país. Morosidade processual, desvio de verbas, corrupção, juízes mal formados, promotores de justiça despreparados, policiais sem recursos, delegacias e penitenciárias sucateadas e o desaparelhamento do Poder Judiciário culminam em impunidade.
Somente após um conjunto de medidas estruturais, alocação de recursos para sanar os problemas ditos acima é que então a sociedade estará apta a discutir acerca da redução da maioridade penal. Não se pode creditar a solução do problema num único fator.
Sem contar a necessidade de se discutir os valores sociais. Tanto o menor quanto o maior rouba e mata porque não possui valores. A maioria vem de famílias desestruturadas e sem cultura, incapazes de educar. As escolas não dão conta de suprir esta ausência também por problemas estruturais. E os meios de comunicação excluem ao invés de cumprir o papel da inclusão social.
Enfim, o problema não é jurídico. A discussão deve ser ampla, mas não sem antes estar dissecada pela filosofia e pela sociologia. O problema do Brasil não são as leis, mas o cumprimento delas.
O paladino da verdade, o duende da sinceridade e coerência: Luis Inácio Lula da Silva. Segundo o homem mais importante do país, a igreja é hipócrita porque não aceita o uso da camisinha.
Hipócrita “falsidade, dissimulação; ato ou efeito de fingir, de dissimular os verdadeiros sentimentos, intenções; fingimento, falsidade; caráter daquilo que carece de sinceridade”.
Embora seja católico, não quero fazer aqui uma defesa da instituição. Quero apenas analisar friamente a infantilidade do discurso de Lula.
A Igreja Católica pode ter, como de fato tem, inúmeros defeitos. Mas, não é hipócrita. Aliás, a maior qualidade da igreja tem sido a sua coerência.
Ao contrário do Lula. Homem de esquerda enquanto oposição, direita quando situação. Homem que para escapar de inúmeros escândalos, se finge de vítima dos “companheiros”. Suas entrevistas carecem de sinceridade todas as vezes em que é abordado sobre o rumo de seu governo.
Aliás, o Lula comete uma gafe enorme ao dizer que as pessoas devem usar a camisinha independente do que os pais dizem. Lula confunde a prevenção com valores de vida. Recomendar o uso de preservativo é bacana, é legal, mas daí a querer interferir na formação de valores já é demais.
O Lula não sabe o que fala. É ignorante nas palavras. Por isso, não vou mais ouvi-lo. Não quero saber de uma palavra sua. Recuso-me a olhar para ele. Eu o ignoro, porque meu ouvido não é lixo.
Todos já leram ou assistiram o que aconteceu com o garoto João Hélio, no Rio de Janeiro. Preso ao cinto de segurança pelo lado de fora do carro de sua mãe, foi arrastado por marginais até à morte. O semblante dos assaltantes retrata a frieza e a indiferença pela vida.
Um deles é menor e, por isso, ficará três anos internado e depois voltará às ruas, senão antes, para praticar, quem sabe, um crime mais horrível do que esse.
Também não é novidade a preocupação da humanidade com o aquecimento global. A investigação sobre seus efeitos leva à mais triste das conclusões: o fim da espécie humana. Que, aliás, já não é grande coisa, vide a morte de João Hélio.
As indústrias produzem cada vez mais, porém, a pobreza aumenta. A produção de alimentos bate recorde, mas não é capaz de eliminar a fome.
Pois bem, diante de um quadro tão horrível, de um contexto negro e deprimente, paramos todos, em respeito, para ouvir nosso grande líder, responsável homem do povo que chegou à presidência por, diz ele, fazer parte dos que sofrem.
Todos nós queremos ouvir o Lula e saber dele a quantas anda a efetivação dos planos de combate ao crime, à sonegação fiscal, à fome, ao aquecimento global e etc.
E sabem o que ele disse, numa entrevista após inaugurar um sei lá o que na Bahia? Que não devemos questioná-lo sobre nada agora, pois ELE ESTÁ COM A CABEÇA NO CARNAVAL.
O Lula parece mesmo um carro alegórico. Um ser alienígena sob o manto do poder. Inacreditavelmente brincando em ser presidente. O Tarso Genro vem de abre alas, seguido de Dilma e Márcio Thomaz Bastos como porta bandeiras. Na bateria os mensaleiros, cujos tambores são enfeitados com a cara do povo, apanhando sem parar. Nessa bateria só não tem rainha.
Somos todos uns imbecis. Que aceitamos uma cuspida dessas na cara e ainda o aplaudimos. Somos ignorantes, troxas, babacas que sequer têm a capacidade de protestar, de indignar-se.
Parabéns Lula, sambe, sambe muito, aproveite seu poder, esnobe o povo, cuspa nos que votaram em você. Deixe que morramos todos nessa sujeira em que vivemos.